Hoje existe um oco que nada está preenchendo...
Hoje tudo soa ao longe como se não fizesse parte de mim...
Um hoje de muitos ontens tão iguais a hojes assim...
Um hoje tão igual a muitos tantos, cores sem cores, nada de cheiros, nada de flores...
Apenas as cores sem cores...
Tudo passa meio borrado, e sinto-me anestesiado...
Anestesia que não seca mesmo quando seco o copo...
Continuo cheio do oco, vazio do cheio, cheio de muito e muito sem cores, cheiros e flores...
Meus passos apenas levam-me até a próxima esticada de perna, muitas vezes é tudo que vejo...
... do pouco que enxergo...
Hoje difícil, sei apenas que muitos virão e sempre pode piorar...
... e por hoje até minhas letras secaram...
quinta-feira, 1 de março de 2012
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