Certa vez li que só se divide aquilo que temos em excesso. Não sei se li isso num livro de auto ajuda ou nos caminhos que tracei por muitos e muitos livros de religião, das mais diversas fontes... E de fato este argumento me é muito aprazível e compreensivo.
Mas e quando não se tem muito em excesso?
E quando o que temos não é excesso?
E quando o que temos não nos basta, não nos responde, quando não estamos completos, quando sentimos que estamos “furados” e quanto mais tentamos nos preencher mais as “verdades” escorrem e pouco se retém, e o pouco que se retém não se compreende...
Em resumo, hj é segunda e minha cabeça está assim... muito foda isso...
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