“Não posso.”
“Não, não vou.”
“Pow que massa, vou sim. De que horas mesmo? OK.”
Não, não apareceu.
“Não sei se vou, não sei ainda, mas eu te digo”
O único presente, recém operado, o que provavelmente não iria foi, e mesmo assim a contra-gosto para não deixar-la na mão...
É... de fato “jamais se perde o que nunca se teve, a saudade neste caso é opcional.”
segunda-feira, 19 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Minha mais nova viagem...

Passando por entre bancas e livros, lá estava, marrom, capa dura, velho, marcas do tempo denunciando seu uso...
Olho, pego, folheio...
Fede... mas é ele...
Pergunto:
- Quanto?
- 5.
- Não, obrigado.
- Quanto?
- 3.
Me viro de lado...
- Ei tu me empresta dois?
- Toma...
Meu...
A noite me pego olhado para as marcas que o tempo lhe deu. Acho irônico o contrate com a própria história na qual estou na iminência de me jogar.
Meu primeiro Wilde, e após uma breve leitura me pego pensando que será o primeiro de muitos...
Deixo-me levar pelo enredo, pelas conversas, que me tiram o sono e me fazem vagar na liberta louca-mente do meu querido Wilde...
A beleza ganha hoje para mim novos significados nesse mundo novo que descubro a cada página virada de O retrato de Doryan Gray .
domingo, 4 de julho de 2010
Ruptura no cotidiano...
Estudar o passado é diferente de vivê-lo, as vezes quando este se apresenta no presente...
É nestes raros momentos que entendo que o passado passou... e que a morte é sua irmã gêmea...
Passado e morte, andam lado a lado e pensar um sem o outro, hoje vejo, é ignorar meu amadurecimento...
Ainda no caminho, ainda crescendo, ainda melhorando...mas sei... um dia aprenderei...
É nestes raros momentos que entendo que o passado passou... e que a morte é sua irmã gêmea...
Passado e morte, andam lado a lado e pensar um sem o outro, hoje vejo, é ignorar meu amadurecimento...
Ainda no caminho, ainda crescendo, ainda melhorando...mas sei... um dia aprenderei...
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