segunda-feira, 19 de julho de 2010

“jamais se perde o que nunca se teve, a saudade neste caso é opcional.”

“Não posso.”
“Não, não vou.”
“Pow que massa, vou sim. De que horas mesmo? OK.”
Não, não apareceu.
“Não sei se vou, não sei ainda, mas eu te digo”

O único presente, recém operado, o que provavelmente não iria foi, e mesmo assim a contra-gosto para não deixar-la na mão...



É... de fato “jamais se perde o que nunca se teve, a saudade neste caso é opcional.”

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