sábado, 11 de junho de 2011

... apenas nada mais...

E quando a solidão é tão grande que quando olho para o lado apenas o negro vazio me chega...

E quando a solidão é tão grande que quando olho para dentro, apenas o negro vazio me é...

E quando a solidão é tão grande que quando olho para cima vejo apenas nuvens e nada mais que gases...

E quando a solidão é tão grande... que não sei como gritar o indizível...

... e aí apenas sei que me abandonei e tudo começa onde parou, indelével, como se nunca tivesse abandonado o peito, apenas adormecido...

... apenas nada mais...

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