segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Tudo cinza...

Hoje andei pela cidade fantasma, e passei por toda a história de ruas, prédios, praças, pontos de ônibus, escolas, museus, lojas... Todas vazias, todas na espera de um tempo que nunca voltará, tempo em que tudo fazia sentido, tempo em que todas as respostas não eram necessárias, pois a paz sanava a cabeça e a paz se fazia de uma forma que nunca mais será. Será?

Tantos cantos cinzas, borrados, portadores dos pedaços de historia que a mente teima em manter vivos...

Foi quando percebi que a cidade cabia em mim ou eu mesmo era a cidade ou ... eu era o fantasma, preso a um tempo que não era mais meu, e então as cores voltaram, o borrado ficou claro e comecei a ficar cinza e borrado...

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