terça-feira, 4 de maio de 2010

As escolhas...
São tantas e infindas, versáteis e caóticas...
Tantos caminhos,meandros e curvas...
Tantas vertentes que vertem em chuva...
E mostram não sem jeito...
O quanto rala o sujeito,
Tentando acertar o caminho perfeito...

Podre de triste essas rimas pobres, porém latentes num coração que pouco encherga o caminho que trilha, tortuoso e penumbroso sem facho de luz...
Mas hoje muito ciênte de apoios que tanto ajudam no caminho.

Ainda andando vou trilhar...
Este caminho velho;
que se faz novamente ao raiar,
E tento com meu pouco talento;
fazer o tempo andar mais devagar,
Para assim poder fazer...
ser e acontecer...
tudo aquilo que argumeta meu peito.

Deveras um lixo porém meu...

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