Dia dos namorados chegando... tempo de elaborar as estratégias de (re)conquista.
Tempo dos clichês, vinho, flores, motel, velas, entradas, conversas,“eu te amo”, “te quero”, te prometo...”, “te...”, “te...”, e por aí vai...
Somos neste dia desta forma por uma imposição social, cultural, midiática.
Enfim artificial, previsível, sem expectativas que não sejam as óbvias.
E neste caso sigo a corrente pois como integrante da massa, tenho que me fazer como tal e entro no mundo dos clichês...
Mas muito mais aprazível acho é o inesperado... O presente surpresa, a declaração de graça, quando você cria o “seu dia dos namorados” e você celebra, algo que vc acha importante e não o que o mundo grita dizendo o que você deve achar importante.
Não que eu seja contra o ritual, ou os rituais clichês que envolvem o mundo da sexualidade, mas... o improviso, os sofás alheios, os suspiros roubados, as horas contadas, o corpo desperto, a pressão daquele momento que “não pode, podendo”, a mão que não deveria ficar, a roupa que deveria, o cabelo que não poderia ser assanhado e o amarrotado da roupa descoberto segundo após “o crime”, essa emoção dia comercial nenhum é capaz de proporcionar...
Seria até um bom discurso, mas vou ter que comprar presente de qualquer forma... aiai...
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realmente, essa emoção nenhum dia comercial pode proporcionar...eu q o diga!
ResponderExcluirmas...fazemos parte da massa...
já complasse meu plesente?? *.*
kkkkkkkkkkk...amo vc!