terça-feira, 8 de junho de 2010

Dia dos namorados...

Dia dos namorados chegando... tempo de elaborar as estratégias de (re)conquista.

Tempo dos clichês, vinho, flores, motel, velas, entradas, conversas,“eu te amo”, “te quero”, te prometo...”, “te...”, “te...”, e por aí vai...

Somos neste dia desta forma por uma imposição social, cultural, midiática.

Enfim artificial, previsível, sem expectativas que não sejam as óbvias.

E neste caso sigo a corrente pois como integrante da massa, tenho que me fazer como tal e entro no mundo dos clichês...

Mas muito mais aprazível acho é o inesperado... O presente surpresa, a declaração de graça, quando você cria o “seu dia dos namorados” e você celebra, algo que vc acha importante e não o que o mundo grita dizendo o que você deve achar importante.

Não que eu seja contra o ritual, ou os rituais clichês que envolvem o mundo da sexualidade, mas... o improviso, os sofás alheios, os suspiros roubados, as horas contadas, o corpo desperto, a pressão daquele momento que “não pode, podendo”, a mão que não deveria ficar, a roupa que deveria, o cabelo que não poderia ser assanhado e o amarrotado da roupa descoberto segundo após “o crime”, essa emoção dia comercial nenhum é capaz de proporcionar...

Seria até um bom discurso, mas vou ter que comprar presente de qualquer forma... aiai...

Um comentário:

  1. realmente, essa emoção nenhum dia comercial pode proporcionar...eu q o diga!
    mas...fazemos parte da massa...

    já complasse meu plesente?? *.*

    kkkkkkkkkkk...amo vc!

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